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Mente Divina ou Mente de Franga?

Praquemestasofrendo

 

Quem assistiu ao vídeo de ontem, deparou-se com uma expressão curiosa chamada de “Divine Mind” que significa “Mente Divina”. É uma bela expressão, não acham? E onde será que ela está afinal? Como a acessamos?

Simples! Ela se encontra na mesma região cerebral que a nossa boa, velha e conhecida “Chicken Mind”, ou comumente chamada por mim de Cabeça de Franga. Ambas estão numa mesma localização e são acessadas da mesma forma.

Quer ver?

Pense numa coisa que você queira muito. Pensou?

Você viu uma primeira imagem em sua mente, certo? Um lampejo de imagem, do jeitinho que você quer, seguida por uma voz que diz “Isso é muuuuito difícil… não é pra você…. sabe quanto custa? Tá doida? Isso nunca vai acontecer. Você não tem capacidade nem competência. Ela é melhor do que você”.

É ou, não é? E por quê?

Porque as duas mentes estão localizadas no mesmo lugar! Porém aprendemos a apenas “escutar” a voz de franga intermitente. Ninguém aqui aprendeu a pensar com a mente divina! A mente divina nada mais é do que nossa criatividade sendo colocada em ação, num momento de criação íntima sua com você, dentro de você, só pra você, porque você quer assim! Só isso!

Dentro de você, dentro de sua mente, dentro do seu campo energético, você pode ser, ter, fazer, sentir o que você bem quiser, sem moral, sem certo, sem errado, sem ético, sem ridículo, sem absurdo, sem impossível. Você pode qualquer coisa!

Só que tem uma coisinha…

Para a mente, seja a de franga, como a divina, não existe “TEMPO”. Esse tempo que nós contamos, que nós conhecemos, simplesmente não existe.

Quer uma prova?

Afaste-se do planeta terra e o tempo que você conhece passará mais devagar. A isso os cientistas chamam de “Lapso de Tempo”. E se o tempo longe da terra não é como o nosso daqui, qual a diferença do meu pensamento criador aqui e lá? Nenhuma! Seu pensamento ocorre na mesma velocidade de um elétron!

Quer outra prova?

Olhe-se no espelho! Sim, no espelho.

Sabe essa imagem que você vê? Já foi! Não existe mais! Você está vendo algo que já está no passado, porque a imagem demora um “lapso de tempo” para ser captado por sua visão, chegar até o cérebro, esse a processar do jeito que ele “conhece e acredita”, traduzir segundo suas crenças e assim comprovar o que você chama de realidade. Antes dessa última parte chamada por você de “realidade”, a sua imagem no espelho nem existia para o seu “eu”.

O que eu quero dizer com esse texto confuso e complexo para uma terça-feira?

Que tudo o que você vê nada mais é do você criando o tempo todo. Que tudo o que você chama de realidade, aquela que São Tomé tanto prega, não existe antes de você dizer aí dentro que “EXISTE”.

E quanto mais você se dá conta disso, mais você olha para as suas coisas físicas, para a sua realidade, para as experiências. E então você compreende que em algum “lapso de tempo” passado, você se “identificou” com aquilo e esse “aquilo” passou de uma forma ainda desconhecida para nós, a ser bem possível de acontecer. E quando isso ocorre, sua mente cria sensações físicas, que criam vibrações específicas, que se sintonizam com vibrações iguais, criando assim coisas, situações, que justificam o que é “real” dentro de você.

E se eu tiver mais de um pensamento diferente? Posso criar diversas realidades?

Sim! Os cientistas chamam de “Universos Paralelos”. Mas eu vou parar por aqui porque já deve estar atacando a labirintite e a enxaqueca em todo mundo com esse papo…rsrsrs

 
 

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