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Um homem não pode subir nas suas costas. Lançamento em Áudio.
out 10th, 2016 by admin

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Você se considera uma pessoa de valor? Íntegra? Boa? Comprometida? Você se considera de fato uma pessoa que valha a pena?

Ora, se eu sei quem eu sou, porque então aceito ser tratada exatamente de maneira oposta ao que acredito?

Por que será que me coloco em posições que que me rebaixam, me humilham ou me machucam? Por que será que eu deixo faltarem com respeito comigo?

Eu sei que a princípio você pode dizer: “Ah Fernanda, mas eu gosto dele. Gosto muito! Não consigo simplesmente sair disso. Afinal, já dediquei tanto tempo de minha vida para que isso desse certo, que agora começar tudo de novo ou ficar sozinha parece assustador…”

Eu sei que é. Mas será que você já não está sozinha hoje nesse relacionamento? Será que hoje você já não está se sentindo triste, vazia e magoada o suficiente?

Lembra lá atrás? Lembra de quando foi a primeira vez em que sentiu que algo não estava certo? Esse foi o primeiro momento que você já deveria ter se defendido. Quando não fazemos algo por nós, a tendência é que a exploração, a extorsão e a sugação continuem não só ocorrendo, mas ficando cada vez pior. Afinal, por onde passa um boi, passa também uma boiada! E não adianta! Ninguém vai mudar o comportamento com você, incluindo “ele”, se você não assumir sua posição de Mulher dentro de você! Ninguém vai assumi-la, valoriza-la, considera-la ou respeita-la se você não se colocar muito bem encaixada aí dentro.

Claro que as coisas “deveriam ser diferentes”. Claro que as pessoas deveriam respeitar umas às outras, que os homens não deveriam de forma alguma usufruir das mulheres e depois descarta-las, claro que…Mas na prática sabemos que não funciona assim! Ninguém vai mudar o comportamento enquanto VOCÊ continuar permitindo.

Conheço mulheres que vivem pisando em ovos. O medo de falar, como falar, o que falar e a forma de falar, tomam conta. Existe um pavor silencioso de que “se eu disser X então ele vai embora”. Então elas se submetem, se calam, aceitam, passam por cima, tudo para “manterem” pequenas migalhas advindas de uma criatura que aparece quando quer, dá o que bem entende e se sente no direito em não fornecer explicações, sequer perspectivas.

Os anos passam…. E posicionamentos que deveriam ter sido colocados lá atrás, hoje parecem inoportunos, inócuos. Afinal, você aceitou a situação do jeito que era… falar algo agora parecerá patético, você pensa.

Se ele bate, trai, aproveita, humilha, vira a cara, termina, vai embora, tem ataque histérico…e você aceita até hoje, ele entende que a mulher que está diante dele não tem força de convicção. E advinha? Vai continuar fazendo, até que você assim como D. Pedro dê o Grito de Independência!  Afinal, se um homem dá show é porque tem plateia!

Se lembra daquele modelo de relacionamento que você sempre teve em mente? Se recorda daquele homem que você sempre imaginou como sendo o ideal? Agora compare esses dois modelos aos que você tem hoje em sua vida afetiva. Percebe o quão longe ambos estão? Por que aceita então?

Tudo começa numa síndrome de insuficiência.

“Eu não sou bonita o suficiente, inteligente o suficiente, rica o suficiente, bem-sucedida o suficiente, interessante o suficiente…”.

E então o que você faz em seguida?

Coloca-o num pedestal.

Do pedestal a pular em suas costas, basta um pulo.

Está na hora de você se libertar dessa situação que faz de sua vida um verdadeiro inferno. Você não tem que ser infeliz, não tem que viver se curvando, nem tampouco ajoelhada por ninguém. Você não é passarinho para viver de migalhinha!

Temos coisas que sabemos que precisamos fazer e que dependem somente de nós mesmos.

O seu futuro afetivo está em suas mãos. É você quem escolhe como vai ser. Então escolha!

 

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Um homem não pode subir nas suas costas
set 19th, 2016 by admin

mather

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Martin Luther King Jr já disse uma vez “Um homem não pode subir nas suas costas, a não ser que você se curve”.

E será que não nos curvamos diversas vezes e por diferentes motivos?

Curvamo-nos para um chefe, apenas por ele ter um cargo melhor, esquecendo que esse ser é gente como a gente, que também sente medo, que também está errando, aprendendo, crescendo e amadurecendo. Colocamos pessoas em pedestais apenas por imaginarmos na ilusão consciente que se tratam de pessoas com dons divinos, como se você também não fosse a extensão dessa mesma divindade que você chama de “Deus”.

Curvamo-nos à página da revista, ao modelo estético imposto por um tal de “Yves Saint Laur..” quem?! Quem é ele? Por que diz saber o que é bonito?! Onde disseram que essa é a medida? Apresente-me essa régua que diz que o meu é inadequado ou defeituoso! No entanto, roboticamente nos curvamos a esses padrões, quando tentamos cruelmente parecermos como cadáveres ambulantes, só porque alguém diz ser linnndo.

Como algo que destrói a autoestima de milhares de mulheres ao redor do mundo, pode ser padrão para alguma coisa? Onde essas pessoas querem chegar com isso? Ser magrinha é lindo, mas não uma doente terminal minha gente! Eu por exemplo jamais serei fininha com esse traseiro que eu materializei nessa encarnação! Eu posso até mesmo correr da minha casa até o Paraguai que esse traseiro não vai afinar! Yves é o car$%&! Toca o créu aí que eu arraso!

E como não podia faltar, obviamente, curvamo-nos aquela criatura que você chama abobadamente de “Ele”.

Esse “Ele” é praticamente uma entidade, algo grande, enorme, poderoso, filho de Zeus, viril, grande guerreiro: Hércules!!

Esse “Ele” tem tanto poder sobre você, que apenas de lembrar da tal figura, você já se sente pequena, uma formiga, indefesa, sem força, sem vontade própria, a perna bambeia, você se ajoelha e se curva. Por que? Nem você sabe ao certo explicar. Talvez escape um “eu amo ele”, obviamente empregando esse tal de “pronome do caso reto” no lugar do “sujeito”, remetendo-nos ao primitivo mundo encantado de Fairy Jelly.

Ok! “Ele” pode até ter um pouco de dinheiro, ser de uma família boa e ser ajeitadinho. Mas pra você no mundo encantado dos duendes, não se trata apenas de um pouco de dinheiro, mas do herdeiro de Bill Gates! Não estamos falando de qualquer família, mas do filho do Príncipe de Gales! Ajeitadinho? Não! Ele é uma mistura do DNA de Brad, Clooney e Jacaré do É o Tchan!

Conclusão?

Todas as suas qualidades, seus dons, suas habilidades, tudo o que você significa pra esse mundo são reduzidos a nada!

Afinal, “ele” é tudo enquanto esse “eu” aqui simplório não é nada!

Só um instante que vou pegar uma almofadinha para ajoelharmos juntas happy together!

Ou seria melhor não?

Seria melhor levantarmos dessa posição, tomarmos corpo, nos posicionarmos perante nós e perante a vida e não mais permitimos sermos feitos de burro de cargaou de com “aquela ali eu posso fazer qualquer coisa porque ela deixa”?

Agora, olhe bem para o semblante de Martin. Vai encarar essa? Ou vai continuar se curvando a cada criatura que cruzar seu caminho?

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